terça-feira, 4 de dezembro de 2018

ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS 168/CBJE

                                                                  POETAS JÁ SELECIONADOS


Abraão Leite Sampaio  (8/03/1955) - Governador Valadares / MG
Engenheiro metalúrgico
Poema: Visconde de Taunay


Alberto Magno Ribeiro Montes  (18/04/1953) - Belo Horizonte / MG
Aposentado
Poema: "IA
"

Aldo Martin Sotero (20/03/1943) - Petrópolis / RJ
Jornalista aposentado
Poema: Solidão a dois


Aliomar Costa (13/04/1955) - São Paulo / SP
Técnico em Transportes
Poema: Olhar cintilante


André Bauer Custódio (3/09/1950) - Florianópolis / SC
Professor
Poema: Equiláteros


André Luiz de Oliveira Pinheiro  (8/12/1966) - Rio de Janeiro / RJ 
Funcionário Público / Arquiteto e Urbanista
Poema: Catedral gótica


Annulino Soares  (16/12/1955) - Balneário Pinhal / RS 
Funcionário Público aposentado
Poema: Dores


Cláudio Gonçalves da Silva  (12/07/1973) - Chapadinha / MA
Professor de Ensino Superior/Biólogo/Pedagogo
Poema: Meus dias sem você


 Francisco Ferreira (26/06/1968) - Conceição do Mato Dentro / MG
Funcionário público
Poema: Policitação


Fernando Jorge de Araujo Aguiar  (10/07/1950) - Recife / PE
Aposentado
Poema: Haicais XVII


Francisco Martins Silva  (10/12/1974) - Uruçuí / PI
Professor
Poema: Relatos de uma solidão


 Iane Giselda de Cougo Souto  (18/10/1962) - Florianópolis / SC
Professora
Poema: Carnaval


Isabel Cristina Silva Vargas  (26/11/1951) - Pelotas / RS
Aposentada Serv. Público - Advogada
Poema: Escrever, um ato muito pessoal

http://www.camarabrasileira.com.br/apol168-014.html

Ismar Carpenter Becker  (4/06/1952) - Rio de Janeiro / RJ
Professor
Poema: Meu vício foi você


Iza Engel  (23/09/1945) - Quatro Barras / PR
Professora aposentada
Poema: Nossos netos, nosso deleite ...


Jaídson Gonçalves  (24/01/1985) - Campos dos Goytacazes / RJ
Engenheiro Agronômo
Poema: Criaturas noturnas


Jandir Eládio das Neves (12/02/1969) - Ouro Preto / MG
Fisioterapeuta
Poema: Uma candura suprema


 Lourdes de Oliveira Silva (07/10/1949) - Capanema / PA
Especialista em Educação
Poema: O poeta


Lucia Celeste V. Barbetta  (19/02/1949) - Rio de Janeiro / RJ
Engenheira civil
Poema: Coragem


Maria Elza Fernandes Melo Reis  (27/09/1967) - Capanema / PA
Analista contábil
Poema: Mãe d'água


Maria de Jesus Silva Amorim   (12/06/1958) - Viana / MA
Professora de Matemática / Pós-Graduada em Orientação Educacional
Poema: De onde vim


 Maria José Zanini Tauil   (3/09/1950) - Rio de Janeiro / RJ
Professora de Literatura
Poema: Letargia


Neri França Fornari Bocchese   (3/08/1947) - Pato Branco / PR
Professora
Poema: Meu pai, Celestino Fornari


Neusa Bridon dos Santos Garcia  (2/09/1941) - Gaspar / SC
Secretária - Aposentada
Poema: Novo despertar


Neuza Maria Rodrigues (28/11/1956) - Cabo Frio / RJ
Contadora aposentada
Poema: Vini, vidi, mas não vinci...


 Rita de Cassia Gimenes   (1º/04/1981) - Florianópolis / SC
Nutricionista
Poema: Casualidade


 Roberto Antonio Deitos (22/09/1962) - Cascavel / PR
Professor universitário
Poema: Alma limpa


 Roselena Salgueiro Ruivo  (26/08/1954) - Belém / PA
Psicóloga
Poema: Desses amanheceres


 Rozelene Furtado de Lima  (31/05/1947) - Teresópolis / RJ
Bibliotecária
Poema: Haicais
 Sueli Dutra (15/06/1959) - Florianópolis / SC
Técnico em Contabilidade/Tecnólogo de Nível Superior em Gestão Pública
Poema: Almas sombrias


 Teca Queiroz   (17/05/1969) - Guarulhos / SP
Babá
Poema: A realidade


Zilah da Silva Borga (14/07/1954) - Ponte Nova / MG
Professora aposentada
Poema: Entre, por favor!


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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

TEXTO 79/2018 MEDO DE SI MESMO


MEDO DE SI MESMO

Ficar de luz acesa
Para olhar ao redor
E não ver o próprio interior
É ter medo de si mesmo.

É querer decodificar os barulhos da noite,
E não ouvir as batidas do coração
Que clama por sintonia
Para preencher o vazio interior.

O dia é repleto de sons conhecidos,
A noite emite sons dissonantes
Entremeados de profundo silêncio
Cujo ouvido perturbado não reconhece.

São gritos, sussurros, murmúrios
De vozes internas desgastadas pelo tempo.
Ou serão gritos de socorro
Emitidas por almas perdidas?

Isabel C S Vargas
25.11.2018

TEXTO 78/2018 MORRER AOS POUCOS


MORRER AOS POUCOS


É não ter companhia
Para dialogar,
Dividir a mesa nas refeições.
Não ter um olhar cúmplice.

É passar noites insones.
Ouvir todos os sons da madrugada,
Dormir durante o dia
Por falta de propósito.

É sentir a vida como peso.
Perder a alegria das coisas simples.
Não se encantar com a natureza.
Ter as janelas da alma sempre cerradas.

É não agradecer o dia que amanhece.
Desprezar a flor que desabrocha.
Não se encantar com a vida que nasce
Porque nosso coração é tumulo de emoções.

Isabel C S Vargas

25.11.2018