segunda-feira, 16 de setembro de 2019

ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS 178 / CBJE



                                                       POETAS JÁ SELECIONADOS


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 Adélia de Oiiveira Campos (26/04/1969) - Ribeirão Preto / SP
Professsora
Poema: Fantoche


 Alberto Magno Ribeiro Montes (18/04/1953) - Belo Horizonte / MG
Aposentado
Poema: A pedra


 Aldo Martin Sotero (20/03/1943) - Petrópolis / RJ
Jornalista aposentado
Poema: Apelo


 Aliomar Costa (13/04/1955) - São Paulo / SP
Técnico em Transportes
Poema: Sócio nesse negócio


 Fernando Jorge de Araujo Aguiar  (10/07/1950) - Recife / PE
Aposentado
Poema: Haicais XXVII


 Gelcio de Barros Sormani  (13/12/1970) - Brasília / DF
Professor
Poema: O que resta


Hamilton Henrique de Araújo (24/06/1940) - Petrolina / PE
Servidor público aposentado
Poema: Dimensão


 Isabel Cristina Silva Vargas  (26/11/1951) - Pelotas / RS
Aposentada Serv. Público - Advogada
Poema: Deixai viverem os animais

http://www.camarabrasileira.com.br/apol178-016.html

 Ismar Carpenter Becker  (4/06/1952) - Rio de Janeiro / RJ
Professor
Poema: Hoje


 Jadson Simões (20/07/1963) - Aracaju / SE
Advogado
Poema: Antítese


 Jaídson Gonçalves  (24/01/1985) - Campos dos Goytacazes / RJ
Engenheiro Agronômo
Poema: Acasos


 Neuza Maria Rodrigues (28/11/1956) - Cabo Frio / RJ
Contadora aposentada
Poema: Andrajos

 Paloma Morgado Mendonça (17/08/1976) - Belém / PA
Advogada - Funcionária pública - PG em Gestão Empresarial
Poema: Caminhada


 Rita de Cassia Gimenes   (1º/04/1981) - Florianópolis =
Nutricionista
Poema: Coisinhas de nada


Raulino Armando Feitosa (3/11/1971) - Brasília / DF
Servidor público
Poema: Ávido por ti


 Romilton Batista de Oliveira  (15/12/1965) - Itabuna / BA
Professor / Doutor em Cultura e Sociedade
Poema: Espelho da verdade


 Sonia Cristina de Almeida (6/06/1961) - Tatuí / SP
Professora
Poema: Almas aflitas


 Teca Queiroz   (17/05/1969) - Guarulhos / SP
Babá
Poema: O gato


 Teresa Cristina Cerqueira de Sousa  (17/05/1969) - Piracuruca / PI
Educadora
Poema: Destino


Zilene de Araújo (15/02/1970) - Imperatriz / MA
Professora
Poema: Nossos deuses

http://www.camarabrasileira.com.br/pc178.html

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

TEXTO 85/2019/ CIRANDA/ ME DIZ ...



                                                                        ME DIZ...


Acreditarias que viveria sem ti?
Que não mais teria teu sorriso
teus beijos, teu amor sincero
A preencher minha vida?

Razão de viver, comunhão de sentido,
Almas identificadas, vida em plenitude
Até que a dor nos dilacerou
E em infinitos pedaços nos transformou.

Resistisse um tempo, juntando meus cacos
Em meio a esses frangalhos pereceste
E, agora, sozinha, o que faço de mim?
Me diz...

Isabel C S Vargas
09.09.2019

TEXTO 84/2019 / FUGINDO DA DOR





FUGINDO DA DOR

Já chorei tanto
Sofri demais
Perdi meu filho
meu marido também.
Por último o irmão
Além de todos
que me antecederam.
É a lei da vida?
Pode ser
Apenas o filho que não.
A partir daí tenho necessidade
Da alegria, da beleza.
Só assim sobrevivi.
Passei a pintar,
A ler com obsessão,
A visitar exposições.
Necessidade absurda
de preencher o vazio
Que tinha no peito.
Chorar não quero mais.
Não quero ver tristeza,
morte, violência, maus tratos.
Nada de filme triste.
Só quero amenidades
Para fugir da dor
Que preencheu tanto espaço.



Isabel C S Vargas
09092019

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

MEU TEXTO EM POEMAS ENLUARADOS/CBJE



 Isabel Cristina Silva Vargas
Pelotas / RS


Alma de poeta

Chora pela dor do outro,
Sorri com a vitória alheia
Se entristece com o desvalido
Quer a felicidade de todos.


Alma errante, insatisfeita
Viaja nos sentimentos
Buscando saciar o desejo
De ver o belo concretizado.


Tudo é rima e poesia
A alegria, o amor, a dor
A busca, a falta, o encontro.
O desencontro, viram poema.





MEU TEXTO EM ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS 177/CBJE


 Isabel Cristina Silva Vargas
Pelotas / RS


Céu de esperança

No céu azul  brincam nuvens de algodão
Voam pipas coloridas de papel
Em uma grande brincadeira de criança
Que desconhece o mal que os homens praticam.

No céu dourado pelo sol magnânimo
Voam felizes e libertos pássaros junto ao balões
Que celebram o  esplendor da paz que almejamos
Em uma sociedade cada vez mais violenta.

No céu do planeta azul  que habitamos
Misturam-se mensagens dos seres do bem
Que desejam viver com tranquilidade
Em perfeita harmonia e paz .

Em um céu cinza escuro brotam lagrimas tristes
Pela atrocidade cometida por adultos
Que esqueceram a pureza da infância
E massacram inocentes em muitos territórios.
Não há este céu magnífico
Em nenhum outro planeta.
Este é o único lugar para vivermos
Façamos dele o planeta da integração dos povos.

Que haja sempre mais sorrisos que lágrimas
Mais alegria que dor nos corações
Mais amor e menos violência
Que a paz deixe de ser utopia.






ANTOLOGIA DE LA IMAGEM/OME




SEJAMOS RACIONAIS E LÚCIDOS
As florestas são preciosas aos seus habitantes
A diversidade da flora e da fauna é riqueza
Seus habitantes merecem viver em paz
Desfrutar da harmonia e interação com o meio.
Embora as florestas sejam fundamentais
Para o equilíbrio do planeta e sobrevivência
Elas são propriedades de seus respectivos países
É questão  determinante de soberania  nacional .
Mesmo com cuidados indispensáveis
Há épocas de clima seco, de calor intenso
Que propiciam a existência de queimadas
Tanto naturais quanto  para preparo do solo.
Tudo deve ser feito de forma regulada
Para manter o equilíbrio ecológico.
Mas, há interesses escusos de outrem
Que desejam a riqueza do subsolo .
Há interesses financeiros,pura ganância
Que ao serem impedidas de se concretizar,
Para o bem da terra e de seus reais donos,
Provocam incêndio, destruição, morte.
Cada país que cuide de seu território
Mantenha suas riquezas naturais, minerais
Sem provocar destruição traiçoeira
Mantendo cada um o seu próprio território.
Isabel C S Vargas
06.09.2019
Pelotas/RS/BRASIL





ISABEL CRISTINA SILVA VARGAS









PUBLICAÇÃO SVAI ANTOLOGIA DE LA IMAGEM

                                                               
O Planeta terra é a casa de todos nós,
seres humanos, animais silvestres e selvagens, também.
Para sobrevivermos todos e em harmonia
É necessário, sobretudo, cuidar do planeta.
O homem não consegue viver em harmonia na Terra
E deseja conquistar outros planetas.
Mata por motivos fúteis, por competição.
Os animais lutam por sobrevivência.
O homem modifica o ambiente e sobrevive,
Os animais necessitam de seu habitat
Para se manterem vivos na natureza
E sobreviverem aos predadores naturais.
O homem é um predador por excelência.
Os animais são presas fáceis destes entes.
Preservar os animais em seu habitat 
É oportunizar o equilíbrio natural do ambiente.
Hoje em dia abomina-se a caça por esporte,
O abate para industria do vestuário
A matança de lontras, raposas, coelhos,
Animais cujas peles esquentam.
Politicamente certo é deixar viver 
Cada animal livre em seu lugar 
Para encantar os olhos sensíveis
De todos que amam a natureza esplendorosa.
Isabel C S Vargas
Pelotas/RS Brasil
05.09.2019