sábado, 6 de março de 2021

VACINAS, SERINGAS, POEMAS ANSIADOS





                              Poetas já selecionados


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  Alberto Magno Ribeiro Montes (18/04/1953) - Belo Horizonte / MG
Aposentado
Poema: Vacinas, seringas...

  Aldo Martin Sotero (20/03/1943) - Petrópolis / RJ
Jornalista aposentado
Poema: Histórias... quem as contará?

  Eulina Moutinho  (5/08/1957) - Rio de Janeiro / RJ
Funcionária Pública
Poema: Minha florzinha Isabella

   Gelcio de Barros Sormani  (13/12/1970) - Brasília / DF
Professor
Poema: Traumatismo

  Helena Maria S. Matos Ferreira  - Guapimirim / RJ
Professora
Poema: O remador

  Isabel Cristina Silva Vargas  (26/11/1951) - Pelotas / RS
Advogada
Poema: O meu desejo

  Ismar Carpenter Becker  (4/06/1952) - Rio de Janeiro / RJ
Professor
Poema: A vida por um fio

  Iza Engel  (23/09/1945) - Quatro Barras / PR
Professora aposentada
Poema: Os sonhos da menininha

  João Riél M. N. V de Oliveira Brito  (10/09/1991) - Porto Alegre / RS
Pós-Doutor em Direito Constitucional
Poema: Inteligência, sonho, persistência

  Karla Matos Ferreira  (30/10/1978) - Guapimirim / RJ
Advogada e Celebrante Social
Poema: À espera de uma nova aurora

 Neri França Fornari Bocchese  (3/08/1947) - Pato Branco / PR
Professora
Poema: Ser vacinado

 

 Neuza Mary Rodrigues  (28/11/1956) - Cabo Frio / RJ
Contadora aposentada
Poema: E que venha o futuro!


 Rita de Cassia Gimenes  (1º/04/1981) - Florianópolis / SC
Nutricionista
Poema: Ao covarde, o inferno!

  Roberto Antonio Deitos (22/09/1962) - Cascavel / PR
Professor universitário
Poema: Há pacto mortal

 Sérgio Telha Neto (15/02/1985) - Esperença / PB
Professor
Poema: Olhar noturno

  Zilah dos Santos Borga  (14/07/1954) - Ponte Nova / MG
Professora aposentada
Poema: Tanto tempo...


http://www.camarabrasileira.com.br/vacinas2021.html

Isabel
Vargas

Helio
Sena

Teresa Cristina

Rosemary
Gobbo

Fernando Magaldi

Rozelene Furtado

Francisca Miriam

Iza
Engel

Francisco Martins

Fernando Jorge

Romilton
Batista

Elizabeth
Bodanese

 

MEU TEXTO EM ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS 194

 

 

 

 Isabel Cristina Silva Vargas 
Pelotas / RS

 

 

O amor não morre

 


Reporto-me aos meus poemas
E constato que a tônica
É sempre a mesma
Solidão, Solidão, Solidão.

É assim que me sinto
Desde que partisse.
Não posso dizer
Que te perdi.

Continuamos ligados
Nosso amor é eterno
Não me abandonaste
Mudaste de condição.

Tua alma é livre
Mas sinto-a unida
Próxima e palpitante
Cada vez que sonho.

Sinto teu amor nas vivências
Que me acompanham como bálsamo
Cada vez que ouço uma música
Que me coloca em teus braços.

Revivo os nossos momentos
O brilho de teu olhar
Teu sorriso só meu
E sei que nosso amor vive.

 

 

 

 

 

 



Poema publicado na Antologia de Poetas Brasileiros - vol. 194
Abril de 2021

Visitei a Antologia on line da CBJE e estou recomendando a você.
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