sexta-feira, 14 de maio de 2021

SELECIONADOS PARA A REVISTA LITERALIVRE 27

 


Selecionados

Adriana Manduco -  Brasília- DF - Eu, Mulheres ...Mariana Crioula
Agnes Izumi Nagashima – Londrina/PR - Trova e Haicai de outono
Agostinha Monteiro - Vila Nova de Gaia- Portugal - Apenas o Amor
Ailson César Lovato – Castelo/ES  - Carta escrita à noite
Alberto Arecchi - Pavia – Itália - Verão na Cidade 
Aldenor Pimentel - Boa Vista/RR - Assassinatos fora de série
Alessandra Cotting Baracho – Maceió/AL – Estilhaços
Alexandre Vieira da Silva – Portugal – Pouco a pouco, depressa
Aline Ferreira do Carmo - Mogi das Cruzes/SP – Parasita
Amélia Luz – Mariana/MG – Alvíssaras
Ana Beatriz Sales Vieira Macedo - Ribeirão Preto/SP - Nova Ipanema
Ana Flávia Alves – Fortaleza/CE - Semente do olhar
Ana Maria Fázio de Freitas - Assis /SP - Amo você
Ananda Lima – Barreiras/BA - A Vida
Anderson Honorato – Itaitinga/CE - Deite-se com o pecado
Anderson Nogueira - Cachoeiras de Macacu/RJ – Vazio
André Luiz da Silva - Ribeirão Preto/SP  -  Vacina sim
Anônimo - Itaclíada: A Lenda de Ítaca
Ariane de Medeiros Pereira – Caicó/RN - O amor nasce e morre em uma oiticica 
Arthur Vieira - João Pessoa/PB - Com a sombra das Brasilit
Artista do Mês – Raul Seixas – Marcio Apoca (arte) - (Sessão Fixa)
Belise Campos – Curitiba/PR - Apenas Morta
Beny Barbosa - Fortaleza/CE - Super Kaká, Um Super - Herói Diferente
Billie Bee – Londrina/PR - Poe – (má) – tica do infortúnio
Branca Lescher – São Paulo/SP - Room with a view
Bruno  de Sousa - Santa Maria (Viseu) – Portugal - Soneto a Vinicius de Moraes
Bruno Madeira - Rio de Janeiro/RJ - Fantasia da Morte
Caique de Oliveira Sobreira Cruz - Salvador/BA  - Os enigmas de Yelena
Carlos Jorge Azevedo - Santa Marinha do Zêzere – Baião – Portugal – Solidão
Carmem Aparecida Gomes – Ipameri/GO – Balangandãs
Caroline Cristina Pinto Souza – Botucatu/SP - Memórias de ilusões
Catarina Dinis Pinto - Amarante- Portugal  - E só a poesia…
Cayan Gomes de Oliveira – Botuporã/BA – Equilíbrio
César Aquino Bezerra – Manaus/AM – Esquecidas
Charles Burck – Rio de Janeiro/RJ - Poesia 
Clarice de Assis Rosa – Ituiutaba/MG -  Saudades da Minha Infância
Cleidirene Rosa Machado – Catalão/GO - Em Algum Lugar Do Cerrado
Cosme Silva – Maceió/AL - Sem amor
Daniel Cardoso Alves - Belo Horizonte/MG - Baiano sem lar
Daniela Genaro - São Paulo/SP – Poema – Flor
David Ehrlich – Curitiba/PR - O Mesmo
David Leite – O oitavo selo - jogando palitinho com a morte
Dias Campos – São Paulo/SP – Mezinha
Domênico Darone - Embu das Artes/SP - Sobre o vazio que ficou
Dorilda Almeida – Salvador/BA - Indignação Construtiva
Dryyca  Marques - Nilópolis, Rio de Janeiro/RJ - Bom dia
Durão – Caraguatatuba/SP - Equipe médica
Edgar Borges - Boa Vista/RR – Cantarolar
Edna das Dores de Oliveira Coimbra - Rio de Janeiro/RJ - As mulheres da minha casa
Edweine Loureiro - Saitama – Japão - Dois minicontos sobre a tolerância religiosa
Elza Melo – Capanema/PA - Respeito 
Eni Ilis – São Paulo/SP – A Roca
Fabi Marciele – Extrema/MG - O Paiero
Fábio Daflon – Vitória/ES – Judô
Fantasia Visual - Roberto Schima – Salto/SP (sessão fixa)
Fernando Fardin – Vitória/ES - O milionário solidário
Fernando Machado dos Santos - São Paulo/SP - Súbita morte na campina
Fernando Machado dos Santos - São Paulo/SP – Charge
Fernando Portela – Petricor
Fernando Roque Fernandes e Arcângelo da Silva Ferreira - Porto Velho – Manaus - Parintins/Região Norte - Desenho-poema “Sozinho...”
Francisco Cleiton Limeira de Sousa - Poço Dantas/PB - Loading 
Gedeane Costa – Recife/PE – A Traça
Gilliard Santos – Fortaleza/CE - Aquelas máscaras 
Gisela Lopes Peçanha – Niterói/RJ – Era
Guilherme Isaac Tomás - Zambézia – Moçambique - Amores Em Vidas Passadas
Haikai Engraçadinho - Jorginho da Hora - Simões Filho/BA - (Sessão Fixa)
Ines de Jesus Trazzi – Jacareí/SP – Beija-Flor
Ioneida Braga – Capanema/PA - Solidão 
Isabel Cristina Silva Vargas – Pelotas/RS – Coragem
Israel d’Luca - São Miguel dos Campos/AL - A gente nasce pra viver e morrer 
Iva França - Vagalumes na janela
Ivo Aparecido Franco - São Bernardo do Campo/SP - Densidade demográfica
Jacqueline Santos Magalhães – Itaberaba/BA - Além do muro
JAX – Joana-De-Barro
Jeferson Ilha - Santa Maria/RS - A verba da providência
Jeferson Romão Oliveira - Lauro de Freitas/BA - Inveja dos que vagueiam 
Jéssica Iancoski – Curitiba/PR - O Lago das Carpas
Joana  Santos Silva - Flores de Primavera
João Sereno - Nova Iguaçu/RJ - O Ponto Turístico
Joaquim Bispo - Odivelas, Portugal - A transmutação
Jober Rocha – Niterói/RJ - O que desejo para os meus leitores 
Joedyr Goçalves Bellas – São Gonçalo/RJ - O rio do quintal da minha casa
Jordão Pablo de Pão – Niterói/RJ – Arrebois
José Manuel Neves – Almada/Portugal - Porque escreves
Julia Mascaro Alvim - Osasco/SP – Bambino
Juliana Moroni – Ibaté/SP - Cigana de olhar enluarado
Kárita Helen da Silva - Vila Velha/ES - Recordações da Primavera
Kelvy Rosalvo – Maceió/AL – Monocromático
Kermerson Dias - Campina Grande/PB - Visita de beija-flor
L. S. Danielly Bass – Marília/SP - Estética do querer
Laura Caldas - São Paulo/SP - Quietude tem força
Leandro Emanuel Pereira – Matosinhos, Portugal - Inquilinos da vida
Letícia Érica Ribeiro – Brasília/DF - Amores que se foram
Lia Rodrigues – Marília/SP - Ainda temos muito o que viver
LuA New - São Paulo/SP - Curvas incertas  
Lucas Ramon Porto de Assis - Campina Grande/PB - Felix culpa
Luciane Leal – Curitiba/PR – Liberdade
Luís Amorim - Oeiras, Portugal - A senhora do giz
Luiz Eduardo Bezerra Silva - Salitrillos Montes de Oca, San José, Costa Rica - Deus benza
Luiz Roberto da Costa Júnior – Campinas/SP – Covil
Maira Bastos dos Santos – São Paulo/SP - Fantasia de ser amada
Marcel Charles-Pierre Hollande - Balneário Camboriú/SC - Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar
Marcos Andrade Alves dos Santos – Canaan/Trairi/CE - A aurora de um Encantado
Marcos Nunes Loiola – Botuporã/BA - Gado solto
Marcos Pontal – Pontal/SP - Ar-condicionado Natural
Maria Apparecida Sanches Coquemala – Itararé/SP - O último desejo
Maria Carolina Fernandes Oliveira - Pouso Alegre/MG - Sobre nomes
Maria Moura dos Santos – Canaan/Trairi/CE - A fome
Maria Pia Monda - Belo Horizonte/MG - Te ligo mais tarde
Marione Cristina Richter - Venâncio Aires/RS - Santo Moisés
Mestre Tinga das Gerais - Corinto/MG - Vá Sina!
Michel F.M. - Salto/SP - Acrobacias Exímias à Beira do Abismo
Milton Rezende – Campinas/SP – Confidencial
Naty Brasil -  Fernandópolis/SP - Simbólico corvo
Nazareth Ferrari – Taubaté/SP - Estradas onde passei
Nelson Almeida – Natal/RN - A Dor da Espera
Nercy Grabellos - Rio de Janeiro/RJ - Noite de Luar
Nilde Serejo - São Luís/MA - Devemos Deixar o Amor...
Ovidiu-Marius Bocsa – Romênia – Kawwanah
Patricia de Campos Occhiucci – Mogi-Guaçu/SP - Por dentro
Paulo Cezar Tórtora - Rio de Janeiro/RJ - O Coração 
Paulo Luís Ferreira - São Bernardo do Campo/SP -Cartas de Elisa
Pedro Gonçalves – Tauá/CE - Uma reflexão sobre o personagem Guido, do filme 8 e ½, de Frederico Fellini: digressões e lugares comuns
Pedro Guerra Demingos- Porto Alegre/RS – Insônia
Pedro Menezes - Rio de Janeiro/RJ – Trepar
Peresch Aubham Edouhou - Rio Grande/RS – Pomba
Plinio Cesar Giannasi - Regente Feijó/SP – Táxi
Raquel Zepka - Porto Alegre/RS – Purificação
Reinaldo da Silva Fernandes – Brumadinho/MG - Aninha - a que eu (não) seguia 
Renam Timbó - São Paulo/SP - Lados Baixos
Renata Ferrari – Amparo/SP - Por cima do muro
Renato Massari - Rio de Janeiro/RJ - O Amigo
Ricardo Ryo Goto – São Paulo/SP -  Milagre
Roberto Schima – Salto/SP - A Escadaria
Robinson Silva Alves  - Coaraci/BA - Sou Negro
Rodrigo Duhau – Brasília/DF - O gás Hélio
Roger Cacci - Mogi das Cruzes/SP - Instantâneo eterno
Rogério Costa - Cornélio Procópio/PR - Onde quero estar
Ronaldo Crispim -Igaci/AL - A Chuva de Ontem 
Roque Aloisio Weschenfelder - Santa Rosa/RS - Rios Vazios
Rosa Maria Soares Bugarin – Brasília/DF - Fio e Fé
Rosangela Maluf - Belo Horizonte/MG - Akira: Um coração partido
Roselena de Fátima Nunes Fagundes - Camaçari/ BA – Renascer
Rozz Messias – Colombo/PR – Respirar
Rúbia – Retirolândia/BA - A Graça Do Mundo Nascente
Sammis Reachers - São Gonçalo/RJ - Carta aos Estudantes
Sibele Flores - Rio Grande/RS - Qual a sua história?
Sid Fontoura – Canoas/RS - O Mistério de Baztan  
Sigridi Borges – São Paulo/SP – Jaca
Sirineu Bezerra de Oliveira – Sobral/CE - Decomposição 
Sonia Regina Rocha Rodrigues – Santos/SP - Oração de santista 
T. S. Franco - Santa Bárbara D’Oeste/SP - Memórias esquecidas
Tauã Lima Verdan Rangel - Mimoso do Sul/ES - Visão do Amanhecer
Úmero Card’Osso - São José dos Campos/SP - Lia de Itamaracá e o Circovolante
Vadô Cabrera – Jacareí/SP – Panicofobia
Valdeci Santana – Batatais/SP - O menino e o foguete
Valéria Barbosa – Rio de Janeiro/RJ - Abro os olhos e leio a poesia no dia
Valéria Vanda Xavier Nunes - Campina Grande/MS - Quando sangra o coração
Valter Bitencourt Júnior – Salvador/BA – Exercício
Vanderlei Kroin – Cascavel/PR - Inserção
Vera Lucia – Teresópolis/RJ – Amanhecendo
Victor Mendes - Rio de Janeiro/RJ - Alguém me Dá uma Inspiração
Vitor Sergio de Almeida - Uberlândia – MG - José no céu
Vitória Ferreira – Porto, Portugal - Há dias… e dias
Walter Silva – Belém/PB - Ouitê (Mãe) 
Willian Fontana – Rio de Janeiro/RJ - Influxos da loucura

Confiram a lista de selecionados para a 27ª edição da Revista LiteraLivre!

 

Tivemos 836 textos inscritos e 166 selecionados. A revista será publicada no final de maio.

Agradecemos aos participantes! Parabéns aos selecionados!!

 

Facebook Classic© 2016 by Ana Rosenrot

 

QUANDO FALTA INSPIRAÇÃO...





Há 27 anos escrevo , regularmente . Nesse período, há temas recorrentes, com

novas abordagens. Apesar do computador, costumo anotar a relação dos textos que

escrevo em cadernos ,e por estes, que não sofrem pane, consigo observar o quanto

estou sofrendo de falta de inspiração. Em outros anos teria escrito muito mais.

Creio que é o distanciamento social , a falta de interação humana, a angústia e o

medo que bloquearam as ideias e como não desejo ficar repetindo as inseguranças ou temores , me calo.

ENTREVISTA COM AUTORES PRAGMATHA

 



Na literatura, existem temas que devem ser evitados?


Há quem diga que na arte tudo se pode. Há, por outro lado, quem acredite que há limites. Quando se trata de literatura, qual sua opinião? Existe algum tema que você, como escritor, se nega a abordar? Fizemos esta pergunta aos poetas do Caderno Literário. Confira:

Leonardo Andrade – “Não consigo pensar em nenhum. O mundo é muito fluido e as questões são todas interligadas. Não dá para isolar um tema e fingir que ele não existe. Além disso, ‘jamais’ é muito tempo. Não podemos prever nem o minuto seguinte, quanto mais além dele. Todo escritor deve ter como meta ser plural, transitar em diversos assuntos e olhar por óticas distintas. O sim e o não são separados por um muro tênue. Cabe a nós, escritores, subirmos nele e aprendermos a olhar os dois lados, para diante de todas as informações possíveis elaborarmos nosso posicionamento, disseminarmos nossas ideias e espargirmos insights. Semear é nossa missão. Cabe aos leitores cuidar e colher a seu bel prazer”.

Giovana Schneider – “Um tema sobre o qual não me vejo escrevendo em alguma produção literária é o amor cor-de-rosa, que passa por várias situações, bem fantasiosas e, no final, foram felizes para sempre. Romance hot, também não é meu estilo. Sou mais ligada a temas que me chamam atenção, e que gosto de ler, pois assim a minha escrita flui melhor.”

Rosalva Rocha – “Suicídio, porque embora entenda que acontece por inúmeras razões, já amplamente divulgadas, considero a vida algo mágico, aberta para todo e qualquer desafio, exceto a sua extinção.”

Rosa Acássia Luizari – “O holocausto ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial. A literatura constitui-se em um espaço onde o belo deve ser admirado e acredito que este acontecimento sórdido não pode materializar-se em produções literárias que cultivem o belo, apesar de ser um fato. Deixo para a historiografia e os livros didáticos a análise do tema supracitado. Prefiro materializar ideias e conceitos a respeito de outros assuntos”.

Marilu Queiroz – “Não gosto de escrever nada que envolva energia negativa. Na minha opinião, o que precisamos é de muita alegria e positividade. Enfim, tudo o que nos alegra o coração.”

Isabel C S Vargas – “Comecei escrevendo orientações sobre Direito. Depois, crônicas sobre o cotidiano, contos esvaziando meu coração de coisas mal resolvidas. Com a morte de meu filho e a necessidade de expurgar a dor que dilacerava o meu coração, comecei a escrever poemas, para externar os sentimentos de inconformidade, mágoa, revolta e, por fim, aceitação do inevitável – e elaborar o luto. Hoje sigo escrevendo sobre as coisas que me alegram, as que me afligem, sobre a sociedade e as manifestações humanas, a natureza. Não sei escrever sobre temas eróticos ou sensuais. Tenho muita vontade de escrever sobre política na atualidade, mas por sensatez me calo.”

Rosana Batista Almeida – “Creio que um tema que jamais abordarei na minha produção seria o da violência. Há bastante veiculação na mídia de casos de violência, portanto é necessário lançar outros pontos de referência. Não há sentido em consolidar este tipo de matéria, na qual a maioria da população está envolvida. É preciso atuar em campos sutis, de forma a revolver e adubar a nossa sensibilidade”.

Jania Souza – “Jamais abordarei em meus textos pornografia e palavras chulas, nem mesmo para enfatizar as características de um mau caráter. Acredito que literatura serve para falar desses assuntos sem vulgarizar a palavra e a imagem.”

Marisa Burigo – “Para mim, como escritora, a expressão ‘jamais’ é muito forte. Prefiro dizer ‘no momento atual’, pois o ‘hoje’ é só o que temos, eu não escreveria sobre política nem sobre a epidemia. Estes temas, a meu ver, já se tornaram corriqueiros, tanto no mundo literário como nos demais meios de comunicação, e só aumentam a aflição do povo. Não desejo fazer parte disso e nem trazer esta energia para minha vida. Esta minha posição nada tem a ver com indiferença, pelo contrário. Rezo pela humanidade e que os políticos sejam iluminados para atitudes mais sensatas.

Antônio Marcos Bandeira – “Não há um tema que eu não venha a abordar, como escritor. Não devemos nos omitir de escrever sobre nenhum assunto ou temática, pois não escolhi escrever. Escrevo por ser minha razão de viver.”

segunda-feira, 10 de maio de 2021

ALPAS SEC XXI /CORREIO DA PALAVRA








 

JORNAL O CORREIO DA PALAVRA/ALPAS SÉCULO XXI




 

EXERCÍCIOS LITERÁRIOS NA EDITORA PRAGMATHA

 

Como escritor, o que você pediria ao gênio da lâmpada



O imaginário de cada leitor é povoado por figuras que transcendem a realidade concreta. Uma delas é o gênio da lâmpada, que se coloca à disposição para realizar três pedidos de quem o libertar. Como escritor / escritora, o que você pediria? Fizemos essa pergunta aos escritores do Caderno Literário. Confira.

Marisa Burigo – “Como escritora pediria que houvesse mais apoio governamental aos escritores independentes, redução nos custos para edição de livros e que a população voltasse a gostar de ler e comprasse mais livros. O livro “palpável”, aquele com cheirinho de papel novo, sabe? Quando penso na globalização, gênio querido, gostaria que muitas coisas não tivessem mudado”.

Sumica Miyashiro Iwamoto – “Pedido número um: quero que uma grande editora trabalhe para mim. Pedido número dois: quero que essa editora me coloque no mercado. Pedido número três: quero vender muitos livros e poder ajudar novos leitores com orientação e correção dessa editora”.

Rita Queiroz – “Se o gênio da lâmpada aparecesse para mim, pediria que me concedesse a honra de escrever um romance cuja personagem feminina principal vivesse vários séculos e fosse passando pelas transformações do seu tempo, mas sempre trazendo consigo o espírito de liberdade. Que o gênio me concedesse fôlego para essa narrativa longa”.

Rosalva Rocha – “Conceda-me, nem que somente por um dia, um local aprazível, uma rede disponível e inspiração para escrever sobre o meu amor impossível”.

Valéria F. Leão – “Meu desejo, como escritora, seria que a leitura fosse incentivada desde a mais tenra infância em todas as famílias e estabelecimentos de ensino. Além de todo o prazer que a leitura proporciona, um povo que lê, pensa, questiona, faz escolhas conscientes e contribui para a construção de uma sociedade mais igualitária. Enquanto fico aguardando pela aparição do gênio da lâmpada, vou fazendo a minha parte, incentivando o hábito da leitura, sempre que uma oportunidade se apresenta.

Regina Caciquinho – “Eu pediria apoio na área cultural, impressão de livros, livros infantojuvenis para crianças que desejam uma oportunidade, descoberta de talentos na cultura e oportunidades”.

Lin Quintino – “Se o gênio da lâmpada aparecesse para mim, eu lhe pediria para ter o mesmo talento de Fernando Pessoa. Queria escrever igual a ele. Poderia ser mais um heterônimo, não tem importância. Mas que fosse tão espetacular quanto o seu criador.”

Giovana Schneider – “São tantos pedidos… Eu pediria que as pessoas não deixassem morrer o hábito de ler. O que vemos são livrarias fechando, bibliotecas vazias e isso é muito triste. A leitura proporciona uma transformação social. Gosto de escrever, mas também preciso de um público que leia o que escrevo. Isso é primordial para um escritor, assim penso. Sei que ter reconhecimento é maravilhoso, mas para que isso aconteça, precisamos de leitores.”

Sonia Regina Rocha Rodrigues – “Eu pediria e ele para instalar no meu banheiro a torneira que dá acesso ao Mar de Histórias, para que nunca me faltassem ideias, entrelaçadas umas nas outras, temperadas com humor e paixões, como a torneira que inspira o Xá do Blablabla em Haroun e o Mar de Histórias, do Salman Rushdie”.

Gabriella Slovick – “Se eu tivesse que fazer um pedido seria que os meus apontamentos fossem considerados, pelo menos conhecidos, pois há muito de reflexivo devido aos estudos filosóficos e teosóficos. Não faço Literatura. Sou pesquisadora e levanto questões acerca da sociedade e do indivíduo enquanto sujeito como objeto da análise subjetiva de cada um e como coletivo. Dentro dessas pesquisas está o mundo ficcional também, é claro.”

Marilu F Queiroz – “É fato que a maior parte das pessoas não se interessa muito pela leitura. Isso causa um empobrecimento cultural bem significativo. Por esse motivo eu pediria que se desse mais importância à leitura e aos livros, desde a tenra infância. O hábito de ler só gera benefícios tanto na vida pessoal como profissional.”

Hebe Bonazzola – “Eu pediria uma chave para abrir a porta da criatividade sempre que eu quisesse. Assim, todas as ideias ficariam estocadas ali, fermentando, até eu poder abrir a porta. E elas sairiam imediatamente quando eu girasse a chave. Como abrir a estufa dos cogumelos, que vão brotando e crescendo, mas não se perdem nem saem se não se abrir a porta para colher.”

Isabel C S Vargas – “Nunca me considerei escritora, embora tenha participado de mais de 500 publicações em livros e outras tantas em jornal, além de todas as publicações virtuais. Não vendo livros. Doo. Meu desejo seria não perder a inspiração em tempos tão áridos e me aperfeiçoar tecnicamente.”

Jeane Tertuliano – “Pediria reconhecimento pela arte que produzo com tanto amor e carinho, pois isto tornaria a vida bela aos meus olhos de poeta.”

Amélia Luz – “Gostaria de pedir ao gênio que me desse capacidade de escrever e distribuir um livro infantil para cada criança brasileira. O livro na mão da criança salvará o mundo. Sairia como saltimbanco de cidade em cidade, num tapete mágico, levando livros para a criançada. Vestida de palhaço, reuniria a turma nas praças e como contadora de histórias, no Era uma Vez de cada dia colocaria um sorriso bem grande nos lábios dos pequeninos. Venha, pois, Aladim.”

Rosa Acassia Luizari – “Que ele me oferecesse meios para realizar, em tempo hábil, estudos detalhados em linguística que me permitissem criar um personagem rico em idioletos.”

Leonardo Andrade – “Certamente eu pediria inspiração perpétua, ideias ilimitadas e muita matéria-prima para modelar novos poemas e disseminá-los ao sabor do vento. Acredito plenamente que as palavras podem mudar o mundo, impulsionar atitudes e reavivarem sentimentos. Jamais pediria algo pronto e sim o material para que eu pudesse criar uma obra essencialmente minha. Gosto e quero as coisas do meu jeito, com meu toque pessoal, ouço sempre a inesquecível “My way” com o Frank Sinatra, é a minha música.”
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quinta-feira, 29 de abril de 2021

PUBLICAÇÃO EM OUTROS BLOGS


 

Isabel Cristina Silva Vargas (Mãe Natureza)


Da a vida, desabrocha
Acolhe,
Promove esplendores
Belezas sem par.
Dela tiramos sustento
Alegrias para os olhos
Espaço para viver
Locais para lazer,
Descanso , meditação
Reencontro da harmonia
Nela constroem-se moradas
Arranha-céus, imponência
Para iludir o espirito
E ter a falsa ideia de solidez
Perpetuidade, poder
Pensando que aqui ficaremos
Que a vida e amontoado de bens
Utilitários, adereços.
Vã ilusão
Viver e ser transitório
Despir-se das cangas
Que aprisionam o essencial
Ofuscam a luz
Distanciam do DIVINO.
Mãe Natureza
Insultada, ofendida, degradada
Nos mostra dolorosamente
Que a vida e troca de ações
Pensamentos, energia
Que construímos paredes em excesso
Ao invés de preservar florestas
Cultivar flores
Atrair beija-flores e borboletas,
Dar liberdade aos animais.
A natureza se liberta
Liberta as almas
Provoca sofrimento
Por desconhecermos
A real essência de viver.
--
Fonte:
Revista Varal do Brasil: Literário, sem frescuras. Edição Especial: Nosso Planeta Terra. Genebra: abril de 2011.