quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS 159/CBJE



                                                  POETAS JÁ SELECIONADOS


Adnelson Campos Machado (14/02/1970) - Salvador / BA
Aeroviário
Poema: Cofre de gente grande
Alberto Magno Ribeiro Montes  (18/04/1953) - Belo Horizonte / MG
Aposentado
Poema: Diante do mar

Anderson Jean Chaves de Mendonça (10/04/1979) - Caucaia / CE
Orientador de Tecnologia da Informação
Poema: Poeta revoltado


Andra Valladares (24/09/1971) - Vila Velha / ES
Arteterapeuta
Poema: La Isla Negra


André Alvin Scutto (13/12/1969) - Montenegro / RS
Professor de História
Poema: Caminhando contra o vento


Andréa Geane Chaves de Mendonça Moraes (30/04/1978) - Fortaleza / CE
Escritora
Poema: Meu andarilho


 Annulino Soares(16/12/1955) - Balneário Pinhal / RS
Funcionário Público aposentado
Poema: Choro de saudade


Cláudio Gonçalves da Silva (12/07/1973) - Chapadinha / MA
Professor de Ensino Superior/Biólogo/Pedagogo
Poema: Escuridão


Fábio José Moreira da Silva (8/01/1985) - Tibagi / PR
Contabilista 
Poema
(Mal)criações

 Fernando Jorge de Araujo Aguia (10/07/1950) - Recife / PE
Aposentado
Poema
Haicais VIII

Francisco Martins Silva (10/12/1974) - Uruçuí / PI
Professor
Poema: Ciranda das culturas


Genice Maria Nogueira Lordêllo (25/06/1971) - Salvador / BA
Secretária Executiva
Poema: 
Mãe Aparecida

Henry Castelo (16/07/1973) - Salvador / BA 
Locutor comercial 
Poema: Plágio


 Isabel Cristina Silva Vargas  (26/11/1951) - Pelotas / RS
Aposentada Serv. Público - Advogada
Poema: A palavra me define

http://www.camarabrasileira.com.br/apol159-032.html

Ismar Carpenter Becker  (4/06/1952) - Rio de Janeiro / RJ
Professor
Poema: Enterrem meu coração na Patagônia


 José Everaldo de Araújo (8/10/1952) - São Paulo / SP
Técnico em eletrônica
Poema: Quem é você?


Genice Maria Nogueira Lordêllo (25/06/1971) - Salvador / BA
Secretária Executiva
Poema:
 Mãe Aparecida

Manuela Linhares (17/12/1982) - Botucatu / SP
Professora
Poema: Cântico de paz


Neuza Maria Rodrigues (28/11/1956) - Cabo Frio / RJ
Contadora aposentada
Poema: Custo da vida


Romilton Batista de Oliveira  (15/12/1965) - Itabuna / BA
Professor / Doutor em Cultura e Sociedade
Poema: Eu negro


 Roselena Salgueiro Ruivo (26/08/1954) - Belém / PA
Psicóloga
Poema: Tempo amigo


Tânia Mára Souza Guimarães (18/03/1964) - Uberaba / MG
Pedagoga
Poema: Palavras


Teca Queiroz (17/05/1969) - Guarulhos / SP
Babá
Poema: Aluguel


Wilson Ayres de Melo (25/12/1948) - Vitória / ES
Perito contador
Poema: 
A porta da saída


http://www.camarabrasileira.com.br/pc159.html

TEXTO 16/2018/LONGEVIDADE REAL



LONGEVIDADE REAL

Desde o final do século passado
Comemora-se a longevidade conquistada
Pelos avanços médicos e consciência pessoal
De que atividade física é essencial,
Assim como há benefícios, muitos de ordem intelectual
Afetivo, profissional e emocional,
Há também discriminação por parte de jovens.
As mulheres conquistaram espaços,
Tornaram-se independentes, têm mais liberdade
Namoram com qualquer idade e parecem muito bem.
Os jovens já não têm avós com aspecto de quem
Não curtem mais a vida. Pelo contrário.
Recebem lições de sabedoria, bom humor, tolerância,
Sobretudo, de renovação em vários aspectos.
Há quem denomine de melhor idade,
Não chego à tanto, mas reconheço os benefícios da mudança.
Creio que os idosos envelhecem como viveram:
Os alegres, mais felizes, os deprimidos adoentados,
Aqueles cheios de manias, elas se acentuam,
Os ativos procurando outras atividades,
Os intolerantes, resmungando de tudo,
E cada um dentro do seu modo de viver.
Os predispostos à mudança são os que melhor vivem
Pois aproveitam os benefícios das políticas para idosos.
Aqueles que sempre tiveram amor à vida
Que são resilientes encaram esse tempo como prêmio,
Fortuna, pois sabem valorizar esse tempo
Que outras gerações não tiveram.
Cada um vai vive-lo de acordo com seu jeito de ser
 Dentro de suas possibilidades financeiras
Valorizando o que ganhou e não o que perdeu.

Isabel C S Vargas

TEXTO 15/2018/ NOSTALGIA



TEXTO 15/2018

NOSTALGIA
De um tempo que não volta
Das pessoas que partiram
Da alegria que feneceu
Da esperança que não encontro.

Isabel C S Vargas

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

TEXTO 13/2018/ACRÓSTICO/MIGUEL DE CERVANTES

ACRÓSTICO MIGUEL DE CERVANTES



Miguel de Cervantes Saavedra escritor e dramaturgo espanhol
Iniciou o realismo em Espanha onde nasceu em 1547.
Galatea foi sua primeira novela editada em Madri em1585.
Um dos personagens mais famosos na literatura ocidental é Quixote.
Escreveu poemas dramáticos "Los Tratos de Argel" e "La Mumancia".
Levou uma vida entre a literatura, pajem do rei, soldado, coletor de impostos.

Devido a atrasos em prestar contas de impostos fica preso por três vezes.
E/É atribuída à esta época a escrita da primeira parte de D.Quixote.

Contam os biógrafos que a publicação foi sucesso imediato em 1605
E devido a isto republicada por seis vezes no mesmo ano.
Reparte seu tempo entre negócios e a literatura.
Várias cidades reivindicam a sua naturalidade.
As próximas publicações são "Novelas Exemplares" e "El Viaje del Parnaso".
No ano de 1614, surge uma falsa segunda parte de Dom Quixote por Avellaneda.
Todavia, em 1615, Cervantes publica a segunda parte de Dom Quixote
E a denomina Dom Quixote "Delingenioso Cavallero Dom Quixote de La Mancha".
Sua morte ocorreu em Madri em 23 de abril de 1616.


Isabel Cristina Silva Vargas
Pelotas RS/Brasil

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

MEU TEXTO EM ANTOLOGIA DE POETAS CONTEMPORÂNEOS 158 /CBJE

 Isabel Cristina Silva Vargas
Pelotas / RS

Vaidade

Pensava-se que era característica,
Quiçá  atributo de adolescentes, jovens,
Adultos,executivas,todos em atividade
em construção de identidade e de vida.
Idosos? Alguém alheio  a essas futilidades,
Diriam muitos em outras épocas.
Em meu conceito, pensamento ultrapassado,
Preconceituoso, machista e excludente..
Gostar de si mesmo não tem idade.
Vaidade eleva a autoestima,
Valoriza, empodera, gera inserção,
Inclusão e pertencimento.
Hoje mulheres e homens cultivam vaidade,
Independente de idade.
São mais felizes, mais longevos.